Corpo transmasculino, nascido e criado em diferentes comunidades de Niterói, expõe nesta performance suas vivências sensoriais de chegada, partida e necessidades de deslocamento entre casa, trabalho e terreiro. Este é um diálogo entre ida e volta, da perspectiva extracorpórea de um corpo fundido à arquitetura orgânica da favela, que apresenta ao expectador um pouco da caminhada diária dos moradores da comunidade.
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